Naufragado da tempestade da vida
Tento encontrar uma tábua de salvação
Onde me possa agarrar a essa querida
A vida que ainda tenho no coração
Mas a bonança tarda ainda a despertar
As nuvens são negras, não há esperança
O cais está longe, não me posso atracar
Meus braços estão fracos, sem pujança.
Nado, nado, num mar de vida revoltado
A força desse mar me empurram para longe
Já não vejo terra, perdido, quase afogado
Por vezes pergunto, porque não fui Monge?
Viver isolado, longe da intriga sem decência
Esquecer que o mundo existe e ser só eu
Não ouvir blasfémias e viver em penitência
Esquecer o espaço e só viver naquele que é meu.
25/02/2011
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